“Se os pobres e a classe média soubessem como é o sistema tributário do Brasil, fariam uma revolução”. A principal revolução, no entanto, é o conhecimento. Imposto Sobre Grandes Fortunas é algo que já devia ter sido feito há 32 anos, conforme prevê a Constituição. Não é para empresas nem capital produtivo, não promove “fuga” de recursos que geram emprego e aquecem a economia e não é para punir ninguém, ao contrário, é para ser justo para todos e aliviar a carga tributária indevidamente mais pesada para 99.65% de brasileiros, ou seja praticamente o país INTEIRO.