Em notícia publicada no UOL de hoje (27/10), afirma-se que o governo está relacionado a sete casos de suspeita de crimes de corrupção. Foram entrevistadas diversas fontes para falar a respeito do tema, como diretor da Transparência Internacional no Brasil, procuradores do Ministério Público e da Controladoria-Geral da União.

“Os presidentes do sindicato (Sindifisco) e da união dos auditores da Receita Federal (Unafisco), Kléber Cabral e Mauro Silva, respectivamente, veem problemas no combate à sonegação, e outros crimes de colarinho branco. Para Silva, as tentativas de interferência no órgão, como a pressão do presidente para perdoar dívidas de igrejas, revela interesses que conflitantes com o interesse público. Cabral destaca que 133 fiscalizações contra pessoas politicamente expostas —políticos e juízes, por exemplo— estão travadas. As mudanças sancionadas pelo presidente no Carf, órgão que julga fraudes tributárias, beneficiariam grandes empresas. ‘Isso tem efeito muito grande no combate à corrupção e à lavagem de dinheiro, sonegação. No final, prevalece a interpretação dada por representantes das grandes confederações.’”

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